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domingo, 6 de março de 2011

Pe.Fernando Reis

Arrombei o Loiro Malhado da Boate

Sempre estou com muita vontade de fuder. Sexo é o meu passatempo predileto. Resolvi que iria caçar numa boate gay de Sampa. Cheguei lá e comecei a dançar sem camisa, exibindo o meu peitoral monstruoso. Uma porção de bibas passivas ficaram me olhando como sempre fazem. Afinal sou o grande macho que faz sucesso.
Poderia escolher qualquer uma para fazer sexo. De repente, meus olhos bateram num loiro malhado muito gostoso. Fui me aproximando dele e taquei-lhe um beijão na boca. Ele estava de camiseta branca e calça jeans. Resolvi tirar a camiseta dele para poder apreciar o seu corpo. Ele realmente era uma delícia.
Trocamos muitos beijos enquanto dançávamos. Convidei o cara para ir a um motel comigo, mas ele disse que preferia me levar para sua casa. Topei na hora.
Fomos até onde ele morava. Ele residia em um belo apartamento. Adorei o ambiente bem organizado e sofisticado. Ele falou que estava louco para tomar um banho comigo. Tiramos a roupa imediatamente. Realmente ele era um tesão. Tinha corpão, um pau grosso e grande, uma bunda fenomenal e um lindo sorriso.
Começamos a nos esfregar debaixo do chuveiro. Ficamos ensaboados e nos abraçamos. Os paus se tocavam. Ele falou que estava com um pouco de medo de dar para mim, pois nunca tinha visto um pau tão grande. Falei a ele que media 26cm e ele me disse que o dele media 20. Comentou que muitas bichas sonhavam em dar para ele, mas o negócio dele era sentar numa rola grande e grossa. Porém nunca tinha imaginado encontrar uma tão grande como a minha. Comentou que nem os caras negões que ele tinha conhecido eram como eu.
Resolvi parar de enrolação e já fui metendo nele ali mesmo. Ele pedia para ir devagar e eu fui com muito carinho, mas quando enfiei tudo. Comecei a socar com muita força e ele gemia de prazer. Era uma delicia vê-lo de quatro enquanto eu socava. O cara tinha um costão largo, cintura fina e um bundão delicioso. Nessas horas agradeço por ser um macho privilegiado!
Soquei no cu dele por 15 minutos debaixo do chuveiro. Depois resolvi ir para a cama. Agarrei-o pela cintura e suspendi o cara no ar, sem tirar o meu pau de dentro dele. Levei-o para a cama e lá continuei o meu serviço. Resolvi virá-lo e botei o cara de frango assado. Enquanto metia com força, ele passava a mão no meu peitoral e sorria. Adoro sorrisos de Bebês malhadinhos. Fiquei cada vez mais excitado. Estava prestes a explodir numa gozada fenomenal. Mas me segurei, pois queria aproveitar mais e vê-lo gozar antes. Comecei a chamá-lo de passivo Filha da Puta. E ele me respondeu que era passivo, mas um passivo macho, pois somente sendo macho de verdade podia aguentar um rolão como o meu.
Aumentei a força das minhas socadas e ele explodiu em porra gozando litros. Tirei a minha rola do cu dele e gozei na cara do infeliz que quase ficou cego, pois minha porra lavou o rosto inteiro, inclusive os olhos dele.
Ele falou que queria uma segunda vez naquele momento sorrindo. Eu respondi que era para já. Ele arregalou os olhos assustado, pois imaginou que eu iria negar fogo, mas não foi isso que fiz. O meu pau já estava em ponto de bala e meti tudo de uma vez nele e o cara deu um grito delicioso. Botei todo o peso do meu corpo sobre ele e o cara ficou deitado de bruços. O cara parecia não estar aguentando e eu fui dizendo: "Você não pediu rola? Tá aqui a rola do seu macho sua passiva filha da puta! Vou te comer de um jeito que você nunca mais vai esquecer!"
Metia gostoso no viado e depois de 20 minutos. Gozei dentro dele. O cara estava quase morrendo de cansaço. O bichinho não estava acostumado com um macho de verdade. Tirei a minha camisinha e ela estava cheia de porra. Mostrei para ele, dizendo que poderia ter dado outro banho nele. Ele olhou para mim e disse: "Porra, tu é macho mesmo, cara! Você me arrombou. Estou até sangrando. Dei uma olhada no cu dele e realmente esfolei o cara."
Com o serviço cumprido, disse que precisava ir embora. Ele pediu para que dormisse do lado dele. Mas eu respondi que não. Senti que o rapaz queria envolvimento e isso não é comigo. O meu negócio é METER ROLA NOS PASSIVOS.
Fui embora e nunca mais o encontrei.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Pe.Fernando Reis

O Garotinho Tesudo


Num determinado final de semana, fui a praia de São Vicente e lá fiquei admirando os belos garotos que exibiam seus músculos. Estava eu de sungo com meu pau duro que fazia um volume enorme.

Fui andando pela praia, procurando quem seria a minha próxima vítima. De repente, encontro um garoto moreno, baixinho, mas bem troncudinho. Um tipo malhadinho e gostoso com uma bundinha empinada que fez meu pau latejar dentro da sunga. Não tive dúvida alguma. Ele seria a minha vítima.

Fui me aproximando com um sorriso safado e dei uma pegadinha no meu pauzão para chamar a atenção do gato e ele tomar consciência do que ele esperava. O carinha não foi nenhum pouquinho discreto e olhou com vontade para o volume da minha sunga. Nesse momento, senti o meu pau estourando e querendo sair dando o ar da graça.

Apresentei-me ao rapaz dizendo que meu nome era Cristiano Mendes. Ele me falou que se chamava Felipe. Não fiquei perdendo tempo e logo convidei o garoto para ir comigo ao meu apartamento. Fomos caminhando e conversando. Percebi que ele não era apenas um rostinho e uma bundinha bonita. Tratava-se de um rapaz de 23 anos bem inteligente.

Quando chegamos, ofereci um suco para ele beber. Mas o menino estava sedento de outra coisa e já foi colocando a mão de minha sunga para sugar o meu pauzão.

Que boca maravilhosa, ele tinha. Sabia fazer um boquete delicioso. E a garganta dele era bem profunda, pois engoliu o meu pau até o talo e sugava com sofreguidão. Eu, por minha vez, socava com força e sentia o meu pau sendo enterrado até o fundo de sua garganta.

Ele estava de joelhos abocanhando tudo. De vez em quando ele olhava para o meu rosto, mas sem tirar o meu pau de sua boca e lançava um olhar bem safado.

Resolvi tirar o meu pau de sua boca para que ele ficasse em pé. Aproveitei para tirar a sunga dele. Notei que o menino era bem avantajado também. Deveria ter uns 20cm de pau e isso aumentou o meu tesão, pois adoro comer carinhas dotados.

Abracei o rapaz com força e fiquei roçando o meu pau no pau dele. Adoro fazer isso. Depois botei ele na minha cama e continuei nesse movimento de duelos de espadas. Dei-lhe um beijo na boca. O menino tinha um hálito maravilhoso. Era uma delícia beijá-lo.

O tesão foi aumentando e senti vontade de chupar o seu cuzinho. Botei o rapaz de brucinhos e fui enfiando minha lingua naquele buraquinho liso e perfurmado. Nossa! Que sabor delicioso tinha o cuzinho do meu machinho. Enquanto eu chupava, ele gemia tão gostoso!

Resolvi que era a hora de enfiar o meu pauzão naquele buraquinho. Imaginei que teria um trabalho enorme para fazer entrar minha enorme ferramenta naquele buraco minúsculo. Botei a camisinha extra grande em meu pai e besuntei de lubrificante. Enfiei a cabeçona naquele buraco e ele pediu que fosse devagar. Comentou que nunca tinha dado para um cara com um pau do tamanho do meu. Já havia dado para negões, mas o meu superava em tamanho e grossura.

Até a metade enfiei devagar, depois disso, dei uma atolada forte nele. O rapaz gritou de dor. Eu o abracei com força, impedindo que ele fugisse.

O menino começou a chorar, implorando que eu tirasse, pois estava doendo muito. Eu segurei com mais força e fui dizendo coisas sacanas em seu ouvido. Aos poucos, ele foi se acalmando e pediu que eu socasse nele. Dessa vez, tive pena do rapaz e fui fazendo movimentos suaves. Então ele me disse que eu estava fraco e que não era de nada. Pobrezinho! Tentou me esnobar? Comecei a socar forte. O meu pau entrava todo e saia todo daquele buraco. Mostrei quem era o verdadeiro macho. Ele começou a chorar de novo. E eu rindo, perguntei se ele queria que eu parasse. Ele implorou que não. Disse que agora estava adorando aquela mistura de dor e prazer. Sem tirar o meu pau, virei na cama fazendo com que o corpo dele ficasse por cima do meu. Fiz ele ficar na posição sentado e ali continuei socando, enquanto ele rebolava gostoso em minha vara.

Que cuzinho apertado e como ele gemia gostoso. Como ele estava sentado de costas para mim, fiz ele rodar e ficar de frente cavalgando no meu pauzão. Resolvi ficar sentado, deixando ele por cima de mim.

Eu socava sem dó e sem piedade. Abracei-o e apertei-o com todas as minhas forças. Ele falou que estava adorando sentir a força de meus braços musculosos.

Ficamos trinta minutos nesse movimento intenso, até que ele gozou em minha barriga. Vi que o menino era dos meus, pois gozou litros. Resolvi tirar o meu pau da bunda dele. Fiz ele ficar deitado na minha cama e comecei a bater uma. Gozei horrores no peito dele. Literalmente, dei-lhe um banho de porra.

Resolvi abracá-lo assim mesmo lambuzado. Senti a temperatura do corpo dele misturada a minha porra quente. Havia um cheiro delicioso de machos no ar. Amo transar com meninos com pinta de machinho. Detesto as afeminadas.

Depois fomos tomar banho. Dei-lhe um banho carinhoso e o meu pau deu sinal de vida. O dele também.

Raro encontrar um rapaz que ficasse de pau duro em tão pouco tempo depois de gozarmos. Fomos ao segundo tempo debaixo do chuveiro. Que delícia!!! O menino gemia e dizia para eu não parar. Falou que estava adorando ser comido por um macho de verdade. Mais uma vez, gozamos horrores.

Depois que acabamos, ele queria meu telefone. Claro que neguei, pois não moro na baixada e não queria que ele soubesse que sou padre. Dei uma desculpa e ele achou que eu era casado. Prometeu não perturbar minha esposa. Eu somente ri e dei um jeito de despachá-lo.

Já era hora de voltar para minha paróquia em Sampa. Botei uma roupa e segui de carro. Eu estava plenamente satisfeito sexualmente.

Realmente foi uma delícia comer aquele passivo!