
Num determinado final de semana, fui a praia de São Vicente e lá fiquei admirando os belos garotos que exibiam seus músculos. Estava eu de sungo com meu pau duro que fazia um volume enorme.
Fui andando pela praia, procurando quem seria a minha próxima vítima. De repente, encontro um garoto moreno, baixinho, mas bem troncudinho. Um tipo malhadinho e gostoso com uma bundinha empinada que fez meu pau latejar dentro da sunga. Não tive dúvida alguma. Ele seria a minha vítima.
Fui me aproximando com um sorriso safado e dei uma pegadinha no meu pauzão para chamar a atenção do gato e ele tomar consciência do que ele esperava. O carinha não foi nenhum pouquinho discreto e olhou com vontade para o volume da minha sunga. Nesse momento, senti o meu pau estourando e querendo sair dando o ar da graça.
Apresentei-me ao rapaz dizendo que meu nome era Cristiano Mendes. Ele me falou que se chamava Felipe. Não fiquei perdendo tempo e logo convidei o garoto para ir comigo ao meu apartamento. Fomos caminhando e conversando. Percebi que ele não era apenas um rostinho e uma bundinha bonita. Tratava-se de um rapaz de 23 anos bem inteligente.
Quando chegamos, ofereci um suco para ele beber. Mas o menino estava sedento de outra coisa e já foi colocando a mão de minha sunga para sugar o meu pauzão.
Que boca maravilhosa, ele tinha. Sabia fazer um boquete delicioso. E a garganta dele era bem profunda, pois engoliu o meu pau até o talo e sugava com sofreguidão. Eu, por minha vez, socava com força e sentia o meu pau sendo enterrado até o fundo de sua garganta.
Ele estava de joelhos abocanhando tudo. De vez em quando ele olhava para o meu rosto, mas sem tirar o meu pau de sua boca e lançava um olhar bem safado.
Resolvi tirar o meu pau de sua boca para que ele ficasse em pé. Aproveitei para tirar a sunga dele. Notei que o menino era bem avantajado também. Deveria ter uns 20cm de pau e isso aumentou o meu tesão, pois adoro comer carinhas dotados.
Abracei o rapaz com força e fiquei roçando o meu pau no pau dele. Adoro fazer isso. Depois botei ele na minha cama e continuei nesse movimento de duelos de espadas. Dei-lhe um beijo na boca. O menino tinha um hálito maravilhoso. Era uma delícia beijá-lo.
O tesão foi aumentando e senti vontade de chupar o seu cuzinho. Botei o rapaz de brucinhos e fui enfiando minha lingua naquele buraquinho liso e perfurmado. Nossa! Que sabor delicioso tinha o cuzinho do meu machinho. Enquanto eu chupava, ele gemia tão gostoso!
Resolvi que era a hora de enfiar o meu pauzão naquele buraquinho. Imaginei que teria um trabalho enorme para fazer entrar minha enorme ferramenta naquele buraco minúsculo. Botei a camisinha extra grande em meu pai e besuntei de lubrificante. Enfiei a cabeçona naquele buraco e ele pediu que fosse devagar. Comentou que nunca tinha dado para um cara com um pau do tamanho do meu. Já havia dado para negões, mas o meu superava em tamanho e grossura.
Até a metade enfiei devagar, depois disso, dei uma atolada forte nele. O rapaz gritou de dor. Eu o abracei com força, impedindo que ele fugisse.
O menino começou a chorar, implorando que eu tirasse, pois estava doendo muito. Eu segurei com mais força e fui dizendo coisas sacanas em seu ouvido. Aos poucos, ele foi se acalmando e pediu que eu socasse nele. Dessa vez, tive pena do rapaz e fui fazendo movimentos suaves. Então ele me disse que eu estava fraco e que não era de nada. Pobrezinho! Tentou me esnobar? Comecei a socar forte. O meu pau entrava todo e saia todo daquele buraco. Mostrei quem era o verdadeiro macho. Ele começou a chorar de novo. E eu rindo, perguntei se ele queria que eu parasse. Ele implorou que não. Disse que agora estava adorando aquela mistura de dor e prazer. Sem tirar o meu pau, virei na cama fazendo com que o corpo dele ficasse por cima do meu. Fiz ele ficar na posição sentado e ali continuei socando, enquanto ele rebolava gostoso em minha vara.
Que cuzinho apertado e como ele gemia gostoso. Como ele estava sentado de costas para mim, fiz ele rodar e ficar de frente cavalgando no meu pauzão. Resolvi ficar sentado, deixando ele por cima de mim.
Eu socava sem dó e sem piedade. Abracei-o e apertei-o com todas as minhas forças. Ele falou que estava adorando sentir a força de meus braços musculosos.
Ficamos trinta minutos nesse movimento intenso, até que ele gozou em minha barriga. Vi que o menino era dos meus, pois gozou litros. Resolvi tirar o meu pau da bunda dele. Fiz ele ficar deitado na minha cama e comecei a bater uma. Gozei horrores no peito dele. Literalmente, dei-lhe um banho de porra.
Resolvi abracá-lo assim mesmo lambuzado. Senti a temperatura do corpo dele misturada a minha porra quente. Havia um cheiro delicioso de machos no ar. Amo transar com meninos com pinta de machinho. Detesto as afeminadas.
Depois fomos tomar banho. Dei-lhe um banho carinhoso e o meu pau deu sinal de vida. O dele também.
Raro encontrar um rapaz que ficasse de pau duro em tão pouco tempo depois de gozarmos. Fomos ao segundo tempo debaixo do chuveiro. Que delícia!!! O menino gemia e dizia para eu não parar. Falou que estava adorando ser comido por um macho de verdade. Mais uma vez, gozamos horrores.
Depois que acabamos, ele queria meu telefone. Claro que neguei, pois não moro na baixada e não queria que ele soubesse que sou padre. Dei uma desculpa e ele achou que eu era casado. Prometeu não perturbar minha esposa. Eu somente ri e dei um jeito de despachá-lo.
Já era hora de voltar para minha paróquia em Sampa. Botei uma roupa e segui de carro. Eu estava plenamente satisfeito sexualmente.
Realmente foi uma delícia comer aquele passivo!

2 comentários:
Bem vindo à Blogosfera.
Excelente conto! Espero que seu blog se torne uma versão "masculina" da Cleyciane!
abrçs
Postar um comentário